Em 1960, as Nações Unidas, através da resolução 1514 – AG - sobre a concessão da independência aos países e povos coloniais - em corajosa e histórica decisão, exortou os impérios coloniais à concessão compulsória da independência aos povos sob dominação.
República Árabe Saharaui Democrática
O POVO QUE O MUNDO ESQUECEU
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O POVO QUE O MUNDO ESQUECEU
Bem-vindos ao blog phoenixsaharaui.blogspot.com.br
A criação deste espaço democrático visa: divulgar a causa Saharaui, buscar o reconhecimento pelo Brasil da República Árabe Saharaui Democrática e pressionar a União Européia, especialmente a Espanha, a França e Portugal, mais os EUA, países diretamente beneficiados pela espoliação dos recursos naturais do povo Saharaui, para retirarem o apoio criminoso aos interesses de Mohammed VI, Rei do Marrocos, e com isto permitir que a ONU prossiga no já tardio processo de descolonização da Pátria Saharaui, última colônia na África.
Membro fundador da União Africana, a RASD é reconhecida por mais de 82 nações, sendo 27 latino-americanas.
Nas páginas que seguem, você encontrará notícias do front, artigos de opinião, relato de fatos históricos, biografias de homens do porte de Rosseau, Thoreau, Tolstoy, Emersom, Stuart Mill e outros que tiveram suas obras imortalizadas - enxergaram muito além do seu tempo - principalmente em defesa da Liberdade.
"Liberté, Égalité, Fraternité", a frase que embalou tantos sonhos em busca da Liberdade, é letra morta na terra mãe.
A valente e obstinada resistência do povo Saharaui, com certeza encontraria em Jean Molin - Herói da resistência francesa - um soldado pronto para lutar contra a opressão e, em busca da Liberdade, morrer por sua Pátria.
A Literatura, a Música, a Pintura e o Teatro Saharaui estarão presentes diariamente nestas páginas, pois retratam fielmente o dia-a-dia deste povo, que a despeito de todas as adversidades, em meio a luta, manteve vivas suas tradições.
Diante do exposto, rogamos que o nosso presidente se afaste da posição de neutralidade, mas que na verdade favorece os interesses das grandes potências, e, em respeito a autodeterminação dos povos estampada como preceito constitucional, reconheça, ainda em seu governo, a República Árabe Saharaui Democrática - RASD.
Este que vos fala não tem nenhum compromisso com o erro.
Se você constatar alguma imprecisão de datas, locais, fatos, nomes ou grafia, gentileza comunicar para imediata correção.
Contamos com você!
Marco Erlandi Orsi Sanches
Porto Alegre, Rio Grande do Sul/Brasil
sábado, 12 de maio de 2018
NAÇÕES UNIDAS DESPREZA SUAS PRÓPRIAS RESOLUÇÕES
Em 1960, as Nações Unidas, através da resolução 1514 – AG - sobre a concessão da independência aos países e povos coloniais - em corajosa e histórica decisão, exortou os impérios coloniais à concessão compulsória da independência aos povos sob dominação.
terça-feira, 20 de março de 2018
A FRANÇA E A LEI DO RETORNO
terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
sábado, 20 de janeiro de 2018
Mary McLeod Bethune, exemplo de vida!
Naquele momento, Mary percebeu que a coisa mais importante que desigualava brancos e negros era a alfabetização. Era final do século XIX e poucas salas no sul dos Estados Unidos aceitavam negros, McLeod pressionou a família para matriculá-la em uma sala de aula apenas para negros na Trinity Mission School, instituição dirigida pela ordem religiosa Presbiteriana. A família permitiu, mas a orientou a se virar, por serem humildes, seus pais não puderam proporcionar boas condições para que ela estudasse. Mary caminhava 16 km todos os dias para chegar à escola. Em pouco tempo, ensinou os pais e os irmãos a ler e a escrever, os membros da família foram os primeiros a experimentarem a vocação educadora de Mary.
Por se destacar como melhor aluna da escola, Mcleod conseguiu uma bolsa de estudos Instituto Dwight L. Moody, uma instituição religiosa que formava missionários e professores. Docente formada, iniciou sua carreira alfabetizando negros em fazendas e periferias americanas, de casa em casa, Mary levava a magia da leitura e escrita para os excluídos da sociedade americana. Foi a partir desse trabalho que ela ingressou na luta pelos Direitos Civis dos Negros, sendo uma das primeiras mulheres a organizar movimentos contínuos contra as leis Jim Crow (leis que garantiam a segregação racial).
Mary formava e orientava seus alunos a se movimentarem para transformar o status quo da sociedade, levou muitos alunos para tirarem documentos, ensinava matemática financeira e sobre a história da escravidão.
Muito influente entre os líderes políticos e religiosos batistas e metodistas, Mary conseguiu arrecadar fundos para abrir uma escola particular para afro-americanos em Daytona Beach. O colégio atingiu excelentes notas no ranking das melhores escolas da Carolina do Sul e, mais tarde, se transformou na Universidade Bethune-Cookman, uma das primeiras instituições educacionais a abolir a segregação entre negros e brancos. Além do trabalho na escola e universidade, Mary conseguiu licença para lecionar dentro de presídios, alfabetizando os internos e os encaminhando para o mercado de trabalho.
Mas o maior destaque na vida dessa grande heroína foi a contribuição que deu à luta pelos Direitos Civis dos Negros. Mary foi participante ativa de protestos contra o racismo institucional e escreveu manifestos sintetizando as reivindicações da causa. Através de sua influência, pressionou deputados e senadores. McLeod debatia face a face com os homens e mulheres mais racistas do poder político americano. Foi tão importante para as reivindicações dos afro-americanos que passou a ser chamada de "Primeira Dama da Luta".
A consagração como porta voz do movimento negro viria no início dos anos 40, quando foi nomeada conselheira sobre assuntos raciais de Franklin Delano Roossevelt, o presidente americano procurava acalmar as tensões raciais nos Estados do Sul.
Estima-se que, em toda sua vida, Mary tenha ensinado mais de 5 mil pessoas a ler, se contarmos o legado e o número de professores alfabetizadores que formou, o número de pessoas influenciadas por seus ensinamentos é incontável.
O The New York Times colocou Mary McLeod Bethune na lista das 10 maiores mulheres estadunidenses da história. Seu nome também figura no Hall da Fama das Mulheres Americanas.
Mary morreu de tuberculose, aos 79 anos, em 1955, mesmo ano em que Rosa Parks, uma costureira de Montgomery, se recusou a levantar de um assento de ônibus para um branco sentar, fato que desencadeou a maior luta da história do Movimento pelos Direitos Civis dos Negros, nos Estados Unidos. Mary não presenciou o fato, mas, certamente, seu legado contribuiu decisivamente para a formação e consolidação das ideias que levaram o movimento negro a desafiar e derrotar parte da ordem institucional racista vigente nos Estados Unidos até a década de 1960.
domingo, 31 de dezembro de 2017
FELIZ ANO NOVO!!
domingo, 3 de dezembro de 2017
CIDADANIA E FUTEBOL
sábado, 11 de novembro de 2017
Golpe: faltava o controle da mídia
sexta-feira, 10 de novembro de 2017
"direita esquerda esquerda direita"
US$US$US$US$US$US$US$US$US$US$US$
domingo, 5 de novembro de 2017
O BRASIL QUE DÁ CERTO CAMINHA EM SILÊNCIO...
Joana D'Arc Félix de Souza, exemplo para todos nós...
sábado, 4 de novembro de 2017
quarta-feira, 25 de outubro de 2017
PODRES PODERES PODRES PODERES
Brasil: manter quadrilha que tomou de assalto o poder custa bilhões de R$ aos cofres públicos. Ética, saúde, educação e segurança agonizam..
sábado, 21 de outubro de 2017
POVO DESUNIDO SERÁ VENCIDO ('Divide et impera')
Dividir para conquistar
Civis e Militares
Esquerda e Direita
sexta-feira, 20 de outubro de 2017
POR QUE TEMER O FLORESCER DAS OLIVEIRAS?
POR QUE TEMER O FLORESCER DAS OLIVEIRAS?
domingo, 1 de outubro de 2017
CONDOMÍNIO BRASIL V
DO GOVERNO ACÉFALO...
Desesperados com a possibilidade de serem julgados por juízes de primeiro grau (que homenagem aos julgadores!!) os corruptos de todos os matizes preferem o órgão máximo, STF, pelo fato da composição do colegiado apresentar um perfil político, apesar do excepcional preparo técnico, revelando nas decisões um comportamento comprometido com a indicação pretérita ou velado compromisso político partidário, resultado de um sistema falido que lhes retira a independência e mantém a escolha de seus membros dependente do poder executivo.





















